Uma tonelada de beleza – 200 pounds beauty

Kang Hana(Kim Ah-joong) é uma mulher sensível, frágil, delicada e possui uma linda voz. Tal talento ajudá-la-ia a se tornar uma cantora promissora se não fosse sua terrível aparência. Gorda, feia, tachada pelos outros e ostentadora de uma autoestima superbaixa, a protagonista é paga para cantar em baixo do palco, servindo somente de playback a uma idol totalmente oposta a ela: Amy(Ji Seo-yoon). Mesmo com uma qualquer levando todos os créditos pelo seu trabalho duro, sendo completamente humilhada pelo tipo de emprego, Hana não odeia Amy e só se submete a tais serviços por sentir uma intensa paixão pelo seu chefe Han Sang-jun(Joo Jin Mo), o qual considera a maior razão de continuar viva.
Após passar por uma triste intimidação de Amy e escutar a razão de sua existência avacalhar o seu físico, Hana tenta cometer suicídio. Esta abandona a ideia ao lembrar que boa aparência pode ser comprada, então tranca-se numa clínica durante um ano e volta uma outra pessoa.
Tentando dar a volta por cima, passa-se por outra cidadã com o nome de Jenny e finalmente realiza um dos seus sonhos: torna-se uma verdadeira cantora. O outro é conquistar seu chefe o qual se transformou em seu empresário. Mas será que o problema para a realização deste sonho era realmente a aparência?

Minha opinião: Ainda estou desidratando de tanto chorar. Simplesmente incrível em tudo! A sinopse parece bem clichê a la comédia romântica americana, mas foi aí que aprendi a não julgar um filme pelo enredo. Acontece que não só carregado de lições, mas também reflexões sobre autoestima e impulsos que a vida nos faz tomar. A verdade é que o problema não é e nunca foi Hana e sim aqueles que a rodeava. Amy não aguentava ser inferior a uma gorda “inútil” então a maltratava mesmo devendo tudo a ela e sentia prazer em ser a bully; Sang-Jun não se permitia entregar-se a uma pessoa tão aparentemente inferior, por mais valiosa que ela fosse; Hana procurava razões para manter-se respirando, permanecia num emprego tão horrendo somente para satisfazer o seu coração emocionalmente frágil, o partindo de vez quando deixando de iludir-se.

Pontos positivos:
– A OST mais linda que já escutei.
– Hana sendo instrutora de tele sexo excitou até a mim.
– Uma cena que protagonista espanca um cara dentro do elevador foi extremamente real e seu texto foi excelente.
– A cena que ela se desmascara é o que torna esse filme pura perfeição.
– A postura final de Jenny/Hana com relação ao seu “amado”.

Pontos negativos:
– O figurino de Hana ficou muito desproporcional. A menina nem era tão gorda assim para ficar sem o queixo como exageraram na papa.
– Há uma cena que SangJun tenta simular um estupro e usa a maldita frase “Esta saia é um convite para estupradores”. Pura ideologia machista propagada.

Conclusão:
Quando Jenny, Hana fez de tudo para apagar a pessoa que era; abandonou sua amiga feia, largou seu pai e até a si mesma. Sua voz não tinha mais brilho, seus empresários chegaram a aconselha-la a uma cirurgia plástica após o pós-operatório. Seu médico desde o início aconselhou-a a não modificar-se jurando que se sua alma não fosse curada, não importa a aparência que teria. Todos os personagens no fundo se odiavam e tentavam prejudicar alguém, mesmo que a si mesmo, a fim de melhora. Amy diz que Jenny era uma farsa, então ela o que era? Assumir-se, independente de quem você seja, é o primeiro passo para a confiança.

A OST mais linda do mundo:

Autor: Cortez Hime

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